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Vereadores aprovam desapropriação amigável da “Vila 3”

Os Vereadores de Três Barras aprovaram na última quarta-feira, 21, a desapropriação amigável do terreno conhecido popularmente como a “Vila 3”. A intenção é proporcionar que o local, hoje pertencente à empresa WestRock, seja utilizado para a expansão do município e de sua área urbana. O parecer recebeu aprovação unânime dos vereadores. De acordo com o texto, altera-se a lei 3163 de 2014, a qual já tratava do assunto, e estabelece novo valor para a desapropriação que resultará em um programa habitacional no município. São 3 alqueires de terra repassados ao poder público por R$ 885 mil reais. O relator do último parecer, Laudecir José Gonçalves, o Barriga (PR), afirmou que a questão é uma demanda antiga da comunidade: “nós já votamos essa matéria na gestão passada, aprovamos, mas a prefeitura não pagou a Rigesa – WestRock – e devolveu o terreno”, declarou. “Nós esperamos que agora, com a desapropriação, o prefeito dê seqüência ao projeto habitacional e que cada morador do município possa adquirir seu terreno no local”, argumentou. Para o vereador Marco Antônio de Souza, Gorguinho (MDB), o importante agora é pensar no futuro: “precisamos pensar no passo seguinte, referente a ocupação dessa área (...) em Três Barras a gente nunca teve planejamento urbano e sofre as conseqüências até hoje”, alertou. “Precisa fazer um projeto adequado de expansão, com a participação da comunidade, com a participação da câmara de vereadores , para que o local seja contemplado com áreas de lazer, áreas de comércio e áreas residenciais”, solicitou. João Francisco Canani (PSB) pediu para que o prefeito se atente a todas as questões e que realize: “muitas audiências e muitas reuniões com a comunidade”, antes de realizar a ocupação. Os vereadores também alertaram para as questões do loteamento, onde sugeriram para que cada lote seja adquirido por apenas um registro de CPF, ou seja, uma pessoa, a fim de evitar a especulação imobiliária. O projeto segue, agora, para a sanção do prefeito municipal. Vale ressaltar que foi aprovada a desapropriação, mas o projeto habitacional ainda não tramita na casa.

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